Viva as novas experiências



Acordou desesperado e nu. Suas roupas jogadas no chão. Observou que a porta estava entre aberta e se sentiu desprotegido. O tempo estava claro, já era dia. Ouvia uma música, mas não sabia de onde vinha. Reparou que sobre sua cueca havia um recado que dizia: Viva as novas experiências! O valor que ela me cobrou não chegou perto do que você me proporcionou. Ela, a sua novidade, você, a minha.


O motorista ficou pronto. Estava de calça jeans escura, tênis branco e uma camisa larga. O cabelo não necessitava de pente, bastava passar as mãos e estava pronto. Estava nervoso com seu primeiro encontro feito às escuras. Não conhecia o local, nem a pessoa. A expectativa de não saber nada era excitante. Viu apenas fotos. Há muito, mesmo que não precisasse pagar alguém para transar, essa odisséia fazia parte de seus planos. Tudo foi tratado de uma forma muito profissional. Numa única ligação tudo foi acertado.


Chegou mais cedo ao local marcado. Não subiu e preferiu dar mais uma volta. Atrasou propositalmente cinco minutos. Respirou fundo e tocou o interfone. Assim que ouviu o som da porta quando fechou, o motorista virou-se e a viu com todos os detalhes que as fotos não mostraram. O lugar não cheirava a sexo, como pensara. Tinha o perfume dela. Não sabia dizer se era bom ou ruim, mas o excitava. A prostituta sorriu e disse nunca ter recebido um cliente tão belo. Agarrou-o pelo pescoço e ele sentiu o cheiro doce de seu batom. Segurou suas pernas com as mãos e apoiou as costas dela contra a porta. Ela usava saia e não parecia vulgar. Uma mão pesada e masculina tocou seu ombro. O motorista desvencilhou sua boca da dela e ela encostou os pés no chão. Aos poucos ele virou seu corpo e viu seu patrão, ali, parado em sua frente vestindo uma calça jeans e com o peitoral pouco peludo a mostra. O motorista sorriu, não questionou sua presença e disse que não dividira a mulher. Mas quem disse que ‘seu patrão’ queria a mulher? (...)


A prostituta se encontrava na mesma posição que o motorista a tinha deixado. Ela segurou os dois pelas mãos e pediu pra que ficassem apenas de cueca deitados na cama. Ela lentamente começou a tirar peça por peça das roupas que vestia. A cada peça ela dava uma ordem. O motorista estava fascinado por ela, e obedecia sem questionar. Ela era sexy e segura de si. Todas as coisas funcionavam como num círculo vicioso (...).


Ele esquecera a família, os filhos e inclusive sua esposa – anos dormindo com a mesma mulher – pensou o motorista. O patrão parecia enlouquecido com sua presença e não observava a sensualidade daquela bela loira. O motorista não entendia por que ‘seu patrão’ o beijava no pescoço, alisava seus cabelos, acariciava seu corpo. Mas não reclamou, estava um clima gosto so e excitante. Para seu patrão ele era o prato principal, a prostitua apenas um subterfúgio.


Ao ler o recado, um filme da noite anterior passou pela sua mente. Desejou que aquelas horas voltassem para que pudesse reviver o prazer de ser o centro das atenções. Não há nada mais excitante!

5 Recados:

Rafa disse...

gente... amei esta imagem dos três... tive q inclui-la! rs

Fionna disse...

Eita..
Sede de vida..
..fome de mundo!
Se/me/te permitir.

Diogo disse...

mto legal a foto com seis pés, rsrs

texto intrigante, se fosse maior, leria até o dia amanhecer...

Liza disse...

até o dia amanhecer...

ai ai ai ui ui rss

Lucas disse...

a noite todiiinhaaa